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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

ASSOBECATY seleciona jovens para o Telecentro BR, Telcentro e Bibilhoteca Moab Caldas

O Terreiro tradicional de Mãe Carmen de Oxalá , assim reconhecido, mas também identificado como  uma das maiores referências  sócio-culturais  do estado do Rio Grande do Sul, pelo  pioneirismo de implantar no ano de 1994 , a Biblioteca Moab Caldas, dentro de um espaço de religião afro. Para quem não sabe, a mesma foi a primeira no bairro Jardim Santa Rita, atendendo alunos e a comunidade do bairro, inclusive tiveram por alguns anos, apoio da Secretaria Municipal de Educação, que cediava  professores para o atendimento ao público. A entidade enfrentou a  falta de recursos para atualizá-la,  a falta de vontade politica de apoiar a iniciativa, essa ação provocou o impacto nas escolas do bairro  municipais e estadual, que  foram se organizando e implantando bibliotecas  na seguência  houve a explosão  tecnologia,  esses são alguns  fatores que tornaram o espaço obsoleto.


"Somos protagonistas em comunicação", essas são as palavras de Mãe Carmen de Oxalá  e  foi com  essa convicção,  que levou a religiosa a discutir em todas as instâncias oficiais a comunicação comunitária, como direito igual para os afroreligiosos, e esse diálogo culminou  no Ministério da Comunicações, por alguns anos, ao  apresentar os argumentos e fundamentações foi agregando simpatia e apoio de profissionais  conceituados de comunicação do país. Por questões  legais , já havia outro pedido oficial de rádio comunitaria, no mesmo bairro , foi suficiente para o ministério das comunicações arquivar o processo.


Da mesma forma esse arquivamento não foi suficiente para cessar o diálogo  revendicatório, nesse no ano  a diretora da Assobecaty,  que havia respondido o edital para telecentros foi recentemente contemplado pelos Ministério das  Comunicações, Ministério de Planejamento Ministério de tecnologia, Ministerio da Cultura e Seppir com o Programa Telecentro BR, ele será o instrumento de revitalização da Bibilhoteca Moab Caldas. Por essas questões a entidade torna pública a seleção  para bolsista remunerado, com duração de um ano pago pelo governo federal um bolsa, devendo os candidatos interessados entregar currículo impresso na Rua Wenceslau Fontoura, 226, Santa Rita; possuir idade entre 16 e 29 anos, possuir ou estar cursando o ensino médio, mediante compravação de matrícula e frequência. Os candidatos ainda deverão ter disponibilidade de 6 horas diárias, incluídas as horas de participação de curso à distância integrado ao Programa Telecentros BR; ter capacidade de dialógo, capacidade de facilitar a formação de novas lideranças, ter trajetória de envolvimento participativo na comunidade e ter capacidade de mobilização.


Informamos aos interessados que tais requisitos mencionados são critérios próprios do programa e unificados a nível nacional. A seleção será feita pela Psicóloga da ONG e acompanhada pelo Conselho Fiscalizador da entidade, eleito em assembléia prévia promovida pela mesma. Informações podem também ser obtidas  com Débora - Psicóloga da ONG - celular (51) 84030469 e Carmen Lúcia - Gestora e Presidente da ASSOBECATY - celular (51) 84945770.

terça-feira, 27 de julho de 2010

O MARCO HISTÓRICO ESTATUTO DA IGUALDADE RACIAL A EGBOMY CONCEIÇÃO REIS DE OGUM–REPRESENTA A RELIGIÃO AFRO

Data: 21/07/2010

Prestigiada por autoridades e grande público, cerimônia valoriza militância negra

Solenidade de Sanção do Estatuto da Igualdade Racial

O Salão Brasília do Palácio do Itamaraty, que já comportou tantas e tão importantes solenidades oficiais, foi o lugar escolhido para a sanção do Estatuto da Igualdade Racial, pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Primeira lei a dispor sobre os direitos da população negra brasileira, o Estatuto foi sancionado, dia 20 de julho, sem veto a nenhum dos seus 65 artigos. Tanto o presidente quanto o Ministro da Igualdade Racial, Eloi Ferreira de Araujo, discursaram sobre a importância de reparação de uma dívida histórica com os afro-brasileiros.

“Hoje nós estamos um pouco mais negros; um pouco mais brancos; e um pouco mais em paz”, disse o Presidente Lula ao fim de seu discurso. Nele, afirmou, ainda, que para se continuar avançando nas mudanças sociais e na promoção da igualdade racial no país, ia precisar daqueles que criticaram as mudanças que o Estatuto sofreu no Senado. O presidente referia-se aos que se opuseram à redação final do documento que tramitou por cerca de dez anos pelas duas casas legislativas. Na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o Estatuto teve suprimido, pelo Senador Demóstenes Torres, presidente da comissão e relator da matéria, o capítulo que assegurava cotas para negros nas universidades públicas. Esta emenda supressiva foi uma das que provocou maior discordância e protestos em parcelas dos movimentos sociais negros.

Mas, na opinião do presidente Lula, era melhor ver aprovado o texto, com alguns benefícios garantidos, do que ficar a matéria parada mais 150 anos nas gavetas do Congresso. Já o ministro Eloi esclareceu que o Estatuto é um diploma de ações afirmativas, e que as cotas estão entre elas. Portanto, mesmo suprimindo a palavra do texto da nova lei, as cotas, como “um meio de ação afirmativa”, continuam asseguradas pelo documento. Também de acordo com o Ministro da SEPPIR, o Estatuto é o instrumento legal a ser usado para se garantir que sejam mantidas as cotas na Universidade de Brasília (UnB). Esta modalidade de ação afirmativa, que vigora naquela instituição, vem sendo contestada por setores da sociedade e foi motivo da audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal, em março deste ano.

  - Nada disso teria acontecido se o Brasil dependesse daqueles que entraram até com recurso no STF contra as cotas afirmativas que criamos para a juventude pobre e negra”, afirmou o presidente Lula, referindo-se aos avanços citados tanto por ele, quanto por Eloi Ferreira, ocorridos na direção da promoção da igualdade racial no Brasil.

A cerimônia levou dezenas de pessoas ao local, entre autoridades, convidados ligados aos movimentos negros, representantes de comunidades de religião de matriz africana, crianças integrantes de grupos de capoeira, entre outros. Na ocasião, também foi sancionada a lei que cria a Universidade Federal da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), cuja sede será na cidade de Redenção, no Ceará.

Do sul-africano Nelson Mandela ao ativista e ex-senador Abdias Nascimento, passando pelo marinheiro negro João Cândido, que capitaneou a Revolta da Chibata, em 1910, e ainda, pelas mães e pais de santo que protagonizaram a resistência nos terreiros de candomblés e umbanda, perseguidos ao longo de décadas, vários foram os personagens citados por Eloi Ferreira como protagonistas da luta negra no Brasil. “O estatuto coroa o esforço de muitos e muitos anos” de valorosos e inúmeros militantes, destacou o Ministro.

No salão, o público dividiu o espaço com autoridades tais como, os ministros Fernando Haddad, da Educação; Celso Amorim, das Relações Exteriores, Juca Ferreira, da Cultura; Carlos Eduardo Gabas, da Previdência Social; Márcia Lopes, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Orlando Silva, do Esporte; Márcio Fortes, das Cidades, e ainda Nilcéa Freire, da Secretaria de Políticas das Mulheres e Paulo Vanucchi, da Secretaria de Direitos Humanos. Também estiveram presentes Cid Gomes, governador do Estado do Ceará, assim como os senadores Paulo Paim (PT/RS) e Inácio Arruda (PC do B/CE), e os deputados federais Edson Santos (PT/RJ), José Eduardo Cardoso (PT/SP), José Pimentel (PT/CE) e Mauro Benevides (PMDB/CE).

Comunicação / SEPPIR/PR

egbomy conceição, eloi ferreira e lula

Egbomy Conceição, Ministro Eloi Ferreira de Araujo e Presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Acesse aqui um trecho do discurso do Presidente Lula.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Afro Mudanças na 9ª Oficina de Inclusão Digital

 Escrevo neste Blog, diretamente de Brasília  no exato momento em que a inclusão digital  nos terreiros do Brasil, darão um novo rumo para a história das comunidades tradicionais . O governo federal através de políticas públicas, inicia ações que  possam dar um fim na exclusão digital. A 9ª Oficina é um  evento anual que acontece em Brasília,  ocorreu entre os dias 22 á 24 de junho. Sendo o marco que sinaliza novo momento, com  portas abertas, de lucidez, de  participação, de vontade política  e olhares renovados. A esperança renasce  nos terreiros do Brasil , durante muitos anos nos sentimos órfãos de esperança, desamparados pela sorte e expostos a  um  indigente debate  político.   Hoje  já  não  tememos  nossos  sonhos, tampouco   estaremos   aguardando   o   futuro,   nos   sentimos   amparados   e   fortalecidos para edificar um caminho sólido e perene. A violação do desejo de participação é, sem  dúvida, a maior seqüela herdada do nosso passado recente. Resgatar a consciência  aliados a vontade   política   serão   os   maiores   desafios  dos primeiros telecentros pilotos,  Que  a luz de pai Oxalá nos   ilumine para que possamos dar conta e assegurar a extenção desta política digital para muitas casas do Povo do  Santo. Acompanhe o conteúdo da oficina http://inclusaodigitalnoaxe.blogspot.com/  

 NOSSA CAUSA EXPRESSA NO BLOG DA OFICINA; http://oficina.inclusaodigital.gov.br/blog/
    
                                                                                                              Mãe Carmen de Oxalá
                                                                                                           Assobecaty- Guaíba-RS Brasil