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terça-feira, 8 de julho de 2014

ENCONTRO AIDS E RELIGIÃO - PROGRAMAÇÃO

 
REVISTA CONEXÃO AFRO

Sábado:

08:00 – Abertura

08:30 – Apresentação dos participantes

09:00 – Oração. Manifestações das religiões presentes a partir da atuação no enfrentamento ao HIV/Aids. (Coordenação: Mãe Carmem, Frei Lunardi e Maria Medianeira)

09:30 – Histórico do Grupo de Trabalhos Aids e Religiões

09:50 – Conferência: Desafios que a epidemia apresenta para a resposta brasileira: um olhar a partir da realidade local (Representante do Programa Municipal de DST/Aids) 

10:50 - Lanche

11:10 – Mesa de Exposição com as matrizes religiosas. (Coordenação Ricardo Charão)

·Como a matriz religiosa responde a epidemia das DSTs/HIV e Aids?

·Quais as principais ações?

·Quais as principais dificuldades e desafios?  

12:30 - Almoço 

14:00 – Oficinas por Grupos de Trabalho. (Coordenação: integrantes do GT Aids e Religião do RS)

· Questões para orientar os trabalhos:

·O que é Aids?

·O que o grupo entende por prevenção ao HIV e Aids?

·Qual o impacto do HIV na vida das pessoas?

·Como religião/igreja, de que forma podemos contribur na resposta à epidemia?

15:00 – Plenária. Cada Grupo de Trabalho apresenta a sua produção

16:00 – Encaminhamentos (Coordenação Jair Andrade)

· Organizar o GT no município

  · Como integrar o encontro metropolitano

· Como dar continuidade ao diálogo entre as matrizes, o Programa Municipal de DST/Aids e a Rede de Serviços de Saúde

17:00 – Oração ecumênica e encerramento

sábado, 5 de julho de 2014

Mãe Carmen de Oxalá da Matriz Africana, Frei Lunard- Igreja Católica e Irmã Zelinda Diosece de Caxias do Sul : Evento AIDS e RELIGIÃO

Nós, matriz Africana, Católica Frei Lunard e Irmã Zelinda Eberle - RELIGIÔES INTERAGINDO com Dinâmicas para a vida !

Foto: Nós, matriz Africana,  Católica Frei Lunard  e Irmã Zelinda Eberle  - RELIGIÔES  INTERAGINDO  com Dinâmicas para a vida !

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Mãe Carmen de Oxalá diz: Sumi da vida virtual, mas não sumi da vida real

Momento, pós festa de aniver da ASSOBECATY, sumi dos espaços virtuais, mas não sumi da vida real. Precisei adequar documentação do ilê, revisar os projetos em andamento, acompanhar o desenvolvimento das atividades do ponto de Cultura Ilê Axé Cultural e por incrível que pareça já esta sendo preparando a 1ª Prestação de contas, para depois iniciar a 2ª fase. Também, estamos em processo de renovação do Projeto de Alimento Ajeun Ilerá, do mesmo modo que estamos iniciando o Projeto Batuque do Sul Promovendo a Vida. E uma noticia sensacional, aprovamos mais dois projetos em breve estaremos divulgando mais detalhes. Eis, os motivos de minha ausência. Esses acontecimento foram, como se fosse, um fio condutor, ou , um convite para eu reviver, eu bem sei, mesmo que só na lembrança, voltar à antiga casa, “ Templo de Yemanjá” rever desde a minha infância e todos os momentos vividos, por mim e por todos que, nela passaram. Conclusão a casa tradicional ASSOBECATY, representa a continuidade do legado deixado por minha MÂE QUINA DE YEMANJÁ, os valores que ela plantou são os meus valores. Os sentimentos, as lembranças e recordações, que encontro na Ilê ASSOBECATY. é o um espaço, canto do “AYÈ” mundo em que me encontro. Sem ela, seria um ser isolado e minha vida não teria sentido. Adupê o AXÉ !

Foto: Momento, pós  festa de aniver da ASSOBECATY, sumi dos espaços virtuais, mas não  sumi da vida real. Precisei adequar  documentação do ilê, revisar os projetos em andamento,  acompanhar o desenvolvimento das atividades  do ponto de Cultura Ilê Axé Cultural e por incrível que pareça já esta sendo preparando a 1ª Prestação de contas, para depois iniciar a 2ª fase. Também,  estamos em processo de renovação do Projeto de Alimento Ajeun Ilerá, do mesmo modo que estamos iniciando o Projeto Batuque do Sul Promovendo a Vida. E uma noticia sensacional, aprovamos mais dois projetos em breve estaremos divulgando mais detalhes. Eis, os motivos de minha ausência. Esses acontecimento foram, como se fosse, um fio condutor, ou , um convite para eu reviver, eu bem sei, mesmo que só na lembrança, voltar à antiga casa, “ Templo de Yemanjá” rever desde  a minha infância e todos os momentos vividos, por mim e por todos que, nela passaram. Conclusão a casa tradicional ASSOBECATY, representa a continuidade do legado deixado por minha MÂE QUINA DE YEMANJÁ, os valores que ela plantou são os meus valores. Os sentimentos, as lembranças e recordações, que encontro na Ilê ASSOBECATY. é  o um espaço, canto do “AYÈ” mundo em que me encontro... Sem ela, seria um ser isolado e minha vida não teria sentido. Adupê o AXÉ !